Michele Balech

A infertilidade é definida como a dificuldade para engravidar após pelo menos 12 meses de tentativas regulares, sem o uso de métodos contraceptivos. Mesmo quando não se identifica uma causa logo no início, essa dificuldade já merece investigação.

A infertilidade pode ter origem feminina, masculina ou ser mista (do casal). Por isso, a avaliação deve ser feita de forma completa, idealmente por um especialista em reprodução humana, capaz de analisar todos os fatores envolvidos.

teste de gravidez negativo pessoa com dificulsade de engravidar

Qual é o médico de infertilidade?

Se você está buscando uma Médica de Fertilidade, vale a pena conhecer a Dra. Michele Balech, ginecologista e especialista em reprodução humana, com atuação focada na investigação e no tratamento da infertilidade de forma individualizada e baseada em evidências científicas.

A Dra. Michele Balech realiza atendimentos presenciais em São José do Rio Preto-SP e Iturama-MG também oferece CONSULTAS ON-LINE POR TELEMEDICINA, possibilitando que pacientes de todo o Brasil e do exterior tenham acesso a um acompanhamento especializado, humanizado e de alta qualidade.

A Dra. Michele Balech é médica ginecologista, especialista em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Pérola Byington, em São Paulo um dos maiores e mais reconhecidos centros de cuidado e atenção à saúde da mulher no Brasil.

Após a especialização, realizou Fellowship em Reprodução Humana Assistida, período em que teve a oportunidade de auxiliar inúmeras famílias na realização do sonho da maternidade, aprofundando sua formação no diagnóstico e tratamento da infertilidade e no acompanhamento das técnicas de reprodução assistida, sempre com base em evidências científicas e em um cuidado individualizado.

Ao longo de sua trajetória profissional, a Dra. Michele também se aperfeiçoou em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia pela FATESA, em Ribeirão Preto. Possui Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia e Título de Especialista em Reprodução Assistida pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).

Além disso, é membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, participando ativamente de cursos, eventos e congressos nacionais e internacionais, mantendo-se constantemente atualizada para oferecer um atendimento moderno, ético e centrado nas necessidades de cada paciente.

Como é a avaliação de infertilidade com a Dra. Michele Balech?

Quando um casal chega ao consultório com dificuldade para engravidar, existe muito mais do que exames para serem solicitados. Existe uma história. Expectativas. Medos. Frustrações… e, principalmente, um sonho.

E é exatamente por isso que a avaliação da infertilidade precisa ser individualizada, cuidadosa e, acima de tudo, humana.

Aqui, o olhar é sempre para o casal, não apenas para a mulher ou para um único fator isolado.

Desde a primeira consulta, a Dra. Michele Balech busca entender profundamente a trajetória de vocês:
– Há quanto tempo estão tentando engravidar?
– Se já realizaram tratamentos anteriormente
– Quais foram as experiências, angústias e dúvidas ao longo desse caminho

Porque cada detalhe importa, e muitas vezes é nele que encontramos as respostas.

Um olhar completo sobre o seu corpo

A avaliação vai muito além de pedir exames.

É feito um estudo detalhado do ciclo menstrual, entendendo como o organismo funciona, se há ovulação adequada, possíveis alterações hormonais e como isso pode impactar as chances de gravidez.

Durante a consulta, você também recebe explicações claras sobre o seu próprio corpo, entendendo o que está acontecendo e por quê.

Porque informação traz segurança. E segurança faz toda a diferença nesse processo.

Estilo de vida também importa

Muitas vezes, fatores que passam despercebidos no dia a dia podem interferir diretamente na fertilidade.

Por isso, também são avaliados:
✔ Hábitos de vida
✔ Nível de estresse
✔ Alimentação
✔ Sono
✔ Presença de doenças associadas

Pequenas mudanças podem gerar grandes impactos — e fazem parte do tratamento.

A avaliação é do casal

A fertilidade nunca deve ser vista como uma responsabilidade individual.

Por isso, a investigação inclui tanto a mulher quanto o parceiro, de forma respeitosa e completa.
Afinal, em muitos casos, o fator masculino também pode estar envolvido — e identificar isso precocemente evita atrasos e tratamentos desnecessários.

Um plano pensado para vocês

Após toda a avaliação, a Dra. Michele Balech constrói um plano de cuidado totalmente individualizado.

Isso significa que não existe fórmula pronta.

Cada casal recebe orientações específicas, que podem incluir desde acompanhamento do ciclo e ajustes no estilo de vida até tratamentos mais avançados, sempre explicados com clareza, transparência e alinhados às expectativas de vocês.

Mais do que um tratamento, um caminho acompanhado

O objetivo não é apenas buscar a gravidez, mas fazer com que esse processo seja mais leve, compreendido e seguro.

Você não precisa passar por isso sozinha, e nem sem entender o que está acontecendo.

Aqui, cada etapa é explicada, cada decisão é compartilhada e cada conquista é vivida junto com vocês.

Quando procurar ajuda para dificuldade para engravidar?

A recomendação varia de acordo com a idade da mulher:

  • Até 35 anos: após 1 ano de tentativas sem sucesso
  • Acima de 35 anos: após 6 meses de tentativas

Em casos de ciclos muito irregulares, dores importantes, histórico de doenças ginecológicas ou cirurgias pélvicas, a avaliação pode (e deve) ser antecipada.

Quais exames iniciais investigam a infertilidade?

A investigação da dificuldade para engravidar costuma incluir:

  • Avaliação do ciclo menstrual e dosagens hormonais;
  • Estudo das tubas uterinas, como a histerossalpingografia;
  • Avaliação do útero e ovários com ultrassonografia transvaginal;
  • Espermograma para avaliação do fator masculino.

Alguns casais podem precisar de exames mais avançados para investigar de forma aprofundada a causa da infertilidade e direcionar o tratamento adequado.

Quais são as principais causas de infertilidade feminina?

Entre as causas mais comuns de infertilidade na mulher, destacam-se:

  • Alterações no formato do útero, como útero bicorno, útero septado e presença de pólipos uterinos;
  • Problemas nas tubas uterinas, como inflamação (salpingite) ou obstrução nas tubas, que impede o encontro do óvulo com o espermatozoide;
  • Distúrbios da ovulação;
  • Síndrome dos ovários policísticos (SOP);
  • Doenças pélvicas com aderências, como endometriose ou infecções pélvicas;
  • Menopausa precoce ou baixa reserva ovariana;
  • Alterações da tireoide (hipotireoidismo ou hipertireoidismo);
  • Idade reprodutiva mais avançada.

Quais são as causas mais comuns de infertilidade masculina?

As principais causas de infertilidade no homem incluem:

  • Alterações na ejaculação, como ejaculação retrógrada;
  • Baixa quantidade ou redução da mobilidade dos espermatozoides;
  • Infecções do aparelho reprodutor (como caxumba, prostatites e uretrites);
  • Alterações hormonais;
  • Varicocele;
  • Insuficiência testicular;
  • Alterações anatômicas.
ovulo encontrando o espermatozoide, casais com infertilidade.

Posso ter infertilidade mesmo já tendo filhos?

im. Isso é chamado de infertilidade secundária.

Ela ocorre quando casais que já tiveram uma gestação no passado passam a apresentar dificuldade para engravidar novamente. Alterações hormonais, idade, infecções, endometriose, cirurgias prévias ou até obstrução nas tubas uterinas, uso de hormônios masculinos como a testosterona podem surgir ao longo da vida e interferir na fertilidade.

Quais são os fatores de risco para infertilidade?

Alguns fatores aumentam o risco de infertilidade e merecem atenção:

  • Idade;
  • Histórico de doenças sexualmente transmissíveis;
  • Peso inadequado (baixo peso ou obesidade);
  • Tabagismo;
  • Cólicas menstruais intensas; Endometriose.
  • Menstruação muito irregular; SOP.
  • Dor durante a relação sexual.

Como é o tratamento para infertilidade?

O tratamento da infertilidade depende diretamente da causa identificada.

Em alguns casos, mudanças no estilo de vida já contribuem para melhorar a qualidade dos óvulos, dos espermatozoides e regular o ciclo menstrual. Em outros, pode ser necessário o uso de medicações hormonais para estimular a ovulação ou melhorar os parâmetros do sêmen.

Quando indicado, também podem ser utilizadas técnicas de reprodução assistida, como:

  • Indução da ovulação;
  • Inseminação intrauterina (inseminação artificial);
  • Fertilização in vitro (FIV).

Cada casal é único, e o tratamento deve ser sempre individualizado, respeitando a história clínica, os exames e os objetivos reprodutivos.

Se ficou alguma dúvida sobre o tema agenda sua consulta agora!

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https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/infertilidade

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