Michele Balech

O corrimento vaginal é uma das principais queixas nos consultórios ginecológicos. Muitas mulheres convivem por anos com sintomas recorrentes — como odor, coceira, ardor ou alteração da secreção — sem receber um diagnóstico preciso e, consequentemente, um tratamento realmente eficaz.

A boa notícia é: corrimento vaginal tem solução, desde que seja investigado corretamente.

Toda mulher tem corrimento vaginal?

Sim. Toda mulher produz diariamente um conteúdo vaginal fisiológico, que pode aparecer na calcinha. Esse conteúdo faz parte da proteção natural da vagina.

O problema surge quando esse líquido passa a apresentar alterações, como:

  • aumento da quantidade
  • mudança de cor
  • odor desagradável
  • textura diferente (grumoso, espumoso, muito líquido)
  • associação com coceira, ardor ou dor

Essas mudanças podem indicar infecções, desequilíbrios da flora vaginal ou outras condições ginecológicas que precisam ser avaliadas por um especialista.

flor com corrimento vaginal

Quem é o especialista em corrimento vaginal?

O profissional responsável pela avaliação do corrimento vaginal é o ginecologista. Porém, para um diagnóstico realmente preciso, é fundamental que esse profissional seja habilitado em microscopia do conteúdo vaginal.

Apenas exames laboratoriais isolados ou tratamentos “de rotina” muitas vezes não identificam a real causa do problema, levando a tratamentos repetidos, alívio temporário e recidiva dos sintomas.

Atendimento especializado em corrimentos vaginais

Se você está buscando uma médica especialista em corrimentos vaginais e corrimento de repetição, vale a pena conhecer a Dra. Michele Balech.

A Dra. Michele Balech é ginecologista, com aprimoramento em microscopia do conteúdo vaginal pela UNESP, atuando de forma focada na investigação detalhada e no tratamento individualizado dos corrimentos vaginais, sempre com base em evidências científicas.

Seu objetivo é oferecer tratamentos que realmente funcionam, evitando ciclos repetidos de medicação sem resultado duradouro.

A Dra. Michele Balech realiza atendimentos presenciais em São José do Rio Preto-SP e Iturama-MG também oferece CONSULTAS ON-LINE POR TELEMEDICINA, possibilitando que pacientes de todo o Brasil e do exterior tenham acesso a um acompanhamento especializado, humanizado e de alta qualidade.

dra michele balech especialista em corrimento vaginal

O que é considerado corrimento vaginal normal?

O corrimento vaginal normal é descrito como um líquido:

  • claro ou levemente esbranquiçado
  • sem odor forte
  • sem coceira ou ardor

Ele é composto principalmente por células da vagina e bactérias benéficas, que ajudam a manter o pH vaginal equilibrado, proteger contra infecções e garantir a hidratação da região íntima.

Apesar de ser um processo natural, qualquer alteração persistente nas características do corrimento não deve ser ignorada.

Quando procurar um especialista em corrimento vaginal?

Você deve procurar um ginecologista se perceber:

  • aumento importante da quantidade de corrimento
  • mudança na cor da secreção (amarelada, esverdeada, acinzentada, esbranquiçada espessa)
  • odor forte ou fétido
  • mudança na textura ou consistência
  • coceira, ardor, irritação ou dor vaginal
  • sintomas que melhoram e depois voltam (corrimento de repetição)

Corrimentos recorrentes não são normais e indicam que algo não está sendo tratado da forma correta.

O que é a microscopia do conteúdo vaginal?

A microscopia do conteúdo vaginal é uma técnica que permite analisar diretamente a secreção vaginal ao microscópio.

Com esse exame, é possível:

  • avaliar a flora vaginal em tempo real
  • identificar bactérias, fungos, inflamação ou desequilíbrios
  • diferenciar tipos de vaginites e vaginoses
  • direcionar o tratamento de forma individualizada

Ou seja, ela permite afirmar com muito mais precisão se aquele corrimento realmente corresponde ao diagnóstico suspeito, evitando tratamentos inadequados ou desnecessários.

Corrimento vaginal de repetição: por que não melhora?

Quando o corrimento volta com frequência, geralmente o problema está em:

  • diagnóstico incompleto
  • tratamento inadequado
  • ausência de avaliação da flora vaginal
  • falta de individualização do tratamento

Sem investigar a causa real, o tratamento tende a errar e não te ajudar no seguimento correto para melhora completa deste incomodo.

Nem tudo que coça é candidíase!

Um erro muito comum é associar automaticamente coceira vaginal à candidíase. Embora a candidíase seja frequente, ela está longe de ser a única causa de corrimento, ardor ou prurido vaginal.

Existem diversos diagnósticos diferenciais que podem causar sintomas muito semelhantes e que exigem tratamentos completamente diferentes. Entre eles

Vaginose bacteriana

Vaginose citolítica

Vaginite alérgica ou irritativa

Vaginite aeróbia

Vaginite inflamatória descamativa

Vaginoses mistas – quando mais de um tipo de infecção ou desequilíbrio está presente ao mesmo tempo

Tratar todas essas condições como se fossem candidíase leva a tratamentos repetidos sem sucesso, piora dos sintomas e frustração da paciente. E para diferencia-las a MICROSCOPIA DO CONTEÚDO VAGINAL te fornece o diagnostico preciso e com agilidade.

É por isso que a microscopia do conteúdo vaginal é tão importante: ela permite diferenciar esses quadros e direcionar o tratamento correto para cada situação.

Se ainda tem alguma dúvida e precisa de ajuda com o seu corrimento, agenda sua avaliação.

Leia mais:

https://dramichelebalech.com.br/vaginose-bacteriana/

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